sábado, 23 de julho de 2011
Faz parte do meu show
De repente, foi como se arrancassem de mim uma nota, ou um do re mi por completo. Foi como se a cena tivesse sido corrompida. Definitivamente a música foi desfeita. Talvez a minha orquestra não fosse tão boa, ou as tintas que usei para a tela mais apreciada fossem de má qualidade. Como diz Vinícius de Moraes, de repente, não mais que de repente. Esse é o soneto da separação. Falemos, então, de coisas boas. Tentei. Parece simples. Não é. Mas por que as pessoas insistem em mostrar-se interessadas quando na verdade, não estão? Perguntam-me como estou. Por uma simples questão de educação. Mas não querem, efetivamente, saber. Há momentos em que o melhor a se fazer é faltar com a educação. Acho que ela não se incomodaria tanto em ceder o seu lugar ao bom senso. Não me pergunte o que eu penso sobre determinado assunto ou se estou feliz, se realmente não faz diferença para você. O pulso ainda pulsa. Não mais o da Amy, coitadinha. Retomando a minha melodia, sei que muitas das mais importantes notas musicais que a integram não se deixarão ser levadas, uma delas é a minha vontade se ser, crescer, escrever. Assim como numa gradação crescente. Espero não me perder no clímax. Quanto à curiosidade dos, de fato, interessados, estou sim, muito bem, obrigada!
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que deliciaa de texto! kkkkk agora falta você escrever como foi um dos dias mais esperados há alguns anos da sua vida! hahaha sou sua fã numero um
ResponderExcluirnão se perca no clímax não q o anticlímax é barril!
ResponderExcluirmuuito bom Cat... e pra que se importar com quem na verdade não se importa não é?
ResponderExcluirAdoro esse teu jeito,
ResponderExcluirtão lindo, tão puro, tão meigo,
como posso dizer... tão sem defeito
Você me encantou,
e é como um amanhecer,
que terei a certeza que no outro dia
sempre irá de ter.
pois é, meu bem...!
ResponderExcluirQuase uma José Saramago! Quando eu chegar nesse nível de escrita eu paro! ;D
ResponderExcluirAlexandre Santiago.