terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Como pensou e sintetizou Antonio Callado, o Brasil é o país da doença. É que aqui não pensamos a longo prazo... Somos tão habituados a remediar, remediar, remediar, que muitas vezes nem nos damos conta do quão importante é previnir-se! Quando ouvi essa "tese" pela primeira vez, achei que era muita viagem da cabeça dele. Afinal de contas, esses escritores... Admiráveis! Sim, admirável demais da conta. É um pensamento tão simples quanto sofisticado. Tenho uma mania bem engraçadinha de aplicar meus conhecimentos sobre tudo, em tudo! E às vezes fico bem achando isso legal, não vou mentir HOHO. Agora, tô na fase Antonio Callado..Passei um pouco da minha fase Joaquim Manuel de Macedo (esse eu já não considero tão admirável assim). Entende quem leu As vítimas Algozes. É que a obra não é admirável, para mim. Mas a crítica acerca do seu conteúdo, sim! E eu já tava ficando maluquinha me deparando com personagens simultaneamente vítimas e algozes, o tempo inteiro. Passou...Agora é minha vez de encher o saco falando dos curto, médio e longo prazos. Quando meu queridíssimo professor Tarsis Vaz concluiu a explicação da tese de Antonio Callado, fiquei maravilhada! As próprias propagandas eleitorais por aqui são feitas baseadas em propostas que "promoverão" soluções, e não que cuidarão do pré, do que vem antes. Para eles, é mais do que interessante que o povo tenha e mantenha sua mente atrofiada. É imprescindível! E isso, sim, é pensado a longo prazo. Articulam a longos e médios prazos toda a presepada que fará os curtos pensamentos idolatrarem os curtos prazos. E então me peguei super fazendo associações! Por que será que a procura por academias aumentam tanto quando o verão tá chegando? Será que é por acaso que na semana do Natal os shoppings centers estão sempre mais cheios? Euzinha, agora, estou escrevendo num intervalo entre uma questão e outra da UFBa. E sabe por quê? Porque as provas são na próxima semana! E na passada, eu tava a longo prazo. Desprezando-o! É isso, é assim que é, mesmo. Achei interessante! E você?
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Estar na margem é ser marginal
Sem essa de preconceitos linguísticos. Monto minha estrutura e minha temática assim, como me sinto bem e não onde me aceitam. É que de tão uniformizados de gente eles parecem homogêneos, camuflados diante de um conteúdo um tanto quanto nulo. Então, me defino agora bem na margem e bem na fita. Na minha fita, que toca na mesma vibração que eu. Sem essa de querer ser transgressora, também. Só considero altamente importante me situar dentro de determinadas zonas. Ou fora delas, principamente hehehe. Idas e vindas aparentemente desprovidas de intenções fazem parte de todo o meu itinerário. E do seu também. Do itinerário diário. A verdade é que passei por uma reflexão sobre estar mal intencionada. E cheguei à conclusão de que as pessoas mais chatas são as mais "bem intencionadas". Sempre estão ali, posando de cheias de boas intenções e dizendo "óh, não foi a minha intenção", também. Acho que muitas de nossas ações independem de intenções, e vão muito mais de acordo com o que a nossa essência realmente é. E para mim, as coisas que mais tendem a dar certo são as menos intencionadas. Adoro o acaso e a sua capacidade de trazer consigo emblemáticas consequências. O acaso aparece pra mim, abraçando as boas oportunidades muito interessantes e nada intensificadas com intenções. Não quero me sentir como se precisasse de uma espécie de "visto" para querer e para de fato, concretizar. Não preciso dessa intenção massificadoramente conhecida para chegar onde quero. O que eu mais quero e onde eu mais quero chegar não vêm acompanhados de moldes, tampouco de embrulhos bem intencionados. Sou a favor da liberdade, e de qualquer tipo de expressão. Portanto, também da liberdade de expressão. Mesmo daquelas que me causam vergonha alheia. Se são alheias e eu posso sentir, de repente nem são tão alheias assim! Talvez precisemos de mais sensibilidade e menos intenção, mesmo. Interessante seria um teletransporte que nos levasse a um ambiente meta-centro e centralização, e, principalmente, meta-itinerátio intencionado.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Isso é problema dela
Aquele papo de sempre...Porque a inveja tem sono leve, meniiiina! Ham! Não tô respeitando o sono de minha mãe, pra respeitar sono de inveja. É que eu parei pra pensar nessas coisas que o povo fala. E é que algumas até fazem sentido pra mim. Não a maioria. Poixbemmmm, eu tô feliz mesmo, muito, e grito o quão alto meu coração ecoar! Não me venha com aquela história de "não cante vitória antes do tempo". Talvez você nunca tenha parado pra refletir no quanto a concepção de vitória é relativa. E também o quão dependente do ponto de vista é o antes do tempo. Acontece que me sinto vitoriosa pelas conquistas que até então obtive. E olhe que eu nem sou de Vitória da Conquista. Não quero dizer que estou satisfeita. Penso que no dia em que estiver completamente satisfeita com o que tenho, andarei meio entediada pelos cantos. Enfadonha. Monótona. Chaaaata... Ou quem sabe, simplesmente procurando mais sinônimos para tal significado. Ou quem sabe mais, criando-os. E eu adoro criar, mesmo. Não quero criar problema. Eu quero mesmo é ter muita tranquilidade dia-a-diana, mas daquelas bem dinâmicas! E não daquelas monótonas, enfadonhas, entediantes. Dessas causadas pelas repetições dos acontecimentos. Caras de pau! Aos que gritam conforme suas próprias vontades os impulsionam, fica o meu sentimento de identificação. Aos que ainda não concretizaram o grito, seja por falta de vontade, seja por falta de oportunidade, tenho a dizer que nunca se é tarde para aquecer a voz! Há sempre tempo para que atinjamos os mais altos volumes!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Em mim; pour quoi?
exatamente não sei ou não saiba talvez. mas eu-liricismo ou eu-liricidade ou qualquer outro termo que a mim mesma e em mim convenha expressa uma certa individualidade. intimidade com eu mesma e portanto em mim. o eu-lírico é pra mim o personagem mais bonito que existe nesse mundo nosso. generalizo porque gosto. eu-líricos e eu-líricas são tão sensíveis quanto subversivos e eu admiro a subversão. admiro porque gosto. e afinal de contas, por qual motivo teria aberto um pouquinho de mim através de um singelo www a não ser pela subjetividade? todos nós temos um eu dentro de nós. é mesmo? rapaaaaiiiiiz.. por menos lírico que pareça. até a pessoa aparentemente mais durona é um pouco lírica de vez em quandinho. mesmo que não perceba ou que ignore tal função de (intra)linguagem.
é claro que nem todos eu-liricam com a mesma intensidade e muito menos na mesma e com a mesma frequência que eu-lirico. eu-liricar é uma prova de que somos um tanto quanto saudáveis e por isso subversivos, também.
sou subversiva a qualquer hora do dia, e talvez você seja também (por mais que me ache subversiva). é necessário agora que você entenda que não há mais um talvez. você é sim, a eu-subversividade em pessoa. caso não fosse, teria interrompido essa eu-leitura pelo menos há umas 3 linhas. 3 linhas mudam vidas e fazem muita diferença quando se tratam de entrelinhas. da forma mais humilde possível gostaria de fazer um papel de inspiradora. sim, gostaria de incentivar o auto-conhecimento. ou seja, gostaria que os próximos, assim como estou aprendendo, mergulhem na infinita busca de seus respectivos eus. sejam eles muito-líricos ou quase-nada-líricos! Liriquem a vida, liriquem o sabor de viver.
domingo, 23 de outubro de 2011
E daí
alguém me perguntou o porquê de eu estar há tanto tempo sem aparecer dignamente por aqui...acontece que nem eu tinha me dado conta. aliás, eu sentia que estava faltando algo. decidi vir rapidinho e escrever um simples e bobo comentário sobre o tempo e a falta de. passou mais um tempo e hoje tive vontade de modificar algumas coisinhas relativas a configurações e do painel. errei a senha. é, realmente tá na hora de dar mais atenção a esse espaço tão querido e tão tradutor de mim mesma e de meus momentos emblemáticos. a verdade é que eu estou bem naquela fase de humor vulnerável e volátil. a crescente aproximação das épocas de vestibulares e testes desumanos me deixa um pouco desnorteada. bem menos estressada do que esperava, confesso. essa semana vai ser a mais intensa do meu terceiroanomundo. são as provas de naturais, que de naturais para mim não têm nada. medo, aflição e calafrios. ahhhhh, como eu queria dormir e só despertar depois disso passar. enfim, concluo que estou muito mais ansiosa do que estressada. o que não é exatamente bom, mas provavelmente refletirá resultados menos maléficos para o meu ser, tadinho. tadinho nada, eu detesto que tenham pena de mim. e detesto até ter pena de quem merece. peraíííí, ninguém merece pena. quanto mais eu com pena de mim mesma. hora de decorar a tabela periódica e todas as leis da inutilidade. sou mais uma vítima do massacre vestibularizado, ridículo e cruel. vítima nada. eu aprendi a ser algoz. MUAHAHAHA.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Temos todo o tempo do mundo...
Hoje senti vontade de escrever. Passei um considerável tempo sem falar aqui sobre o que eu sinto. Não por absoluta falta de interesse. Falta de tempo aqui, preguicinha ali. Ou até mesmo por não estar em muita sintonia com as palavras em alguns dias. Mas agora eu preciso, porque é tanto, que é divisível e compartilhável. Acho que cada dia vem acompanhado de experiências novas, de novas experiências. Mas é que agora tem sido diferente. As situações corriqueiras nos provocam inúmeras sensações diferentes. Acontece que sensações, para mim, se diferem de sentimentos, no tocante à intensidade e à maneira com que são sentidas. E eu senti e tenho sentido muitas sensações. E muitos sentimentos! Dos melhores, eu diria. É complexo e um tanto quanto particular, mas não me aflige nem um pouco. Não me aflige porque não me encontro propícia a aflições tamanhas em nenhuma parte do meu dia, ultimamente. O meu dia tem sido assim: feliz. Feliz e muito mais: leve. E cada vez mais digno de futuro. Futuro incerto, e ao mesmo tempo acompanhado de muitos sonhos. Sonhos meus e teus, enfim, sonhos dos quais não quero me separar, pelo menos, não tão cedo. Refratei e refleti. Cheguei a uma conclusão: estou realmente contente por ter descoberto em meio à tantos sentimentos, o maior de todos eles. E também o que provoca as melhores sensações. Percebi, agora, que a alegria vem exatamente de ter me surpreendido diante de uma verdade: eu já sabia que o sentimento existia, mas talvez tivesse perdido a esperança de conhecê-lo de tão pertinho (ou tão de pertinho?). Pareço muito romântica, e talvez eu seja mesmo! É que eu não sabia...
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Em mim
Amor
Amor e paixão
E alegria
Amor e alegria
Alegria e paixão
Amor platônico não
Amor e paixão
Ao contrário de Platão
Amor a dois
E um a um
Complemento
E suplemento
Amor assim
Simpesmente amor
Simplesmente sem sentido
E muito sentir
Aliteração
Assim
Amor e paixão
E alegria
Amor e alegria
Alegria e paixão
Amor platônico não
Amor e paixão
Ao contrário de Platão
Amor a dois
E um a um
Complemento
E suplemento
Amor assim
Simpesmente amor
Simplesmente sem sentido
E muito sentir
Aliteração
Assim
sábado, 20 de agosto de 2011
A cultura do excesso
Os "tempos modernos" têm sido cada vez mais pautados na lógica do supérfluo do que em qualquer outra coisa. À medida que vem sendo criadas novas funções para exercerem papéis desimportantes, existem muitos outros esperando serem alvo. Dentre eles, o questionamento acerca do real sentido de todo esse "exagero" presente nas mais variadas questões sociais.
É comum nos depararmos diariamente com apelos, sobretudo comerciais, referentes às inúmeras aquisições que "deveríamos" fazer. Necessidade: praticamente extinta quando o assunto é contemporaneidade. A sociedade consumista e a obsolescência planejada estão impostas para nós como uma ditadura. Como se tais fatores já não fossem suficientemente preocupantes, a sociedade vem se mostrando cada vez mais "efusiva". Negócios demais, vaidade demais, industrialização demais, alienação demais, e por aí vai...
Paradoxalmente, o "progresso" no tocante ao desenvolvimento nos traz consequências desanimadoras. O "mundo hiper" vem acompanhado de fatores positivos inversamente proporcionais ao seu tamanho. Seria esse um mundo frágil? O maior deles. Seguindo o raciocínio da inversão, praticamos constantemente a maior delas: a de valores. Ter nunca foi tão importante. Ser nunca foi tão desinteressante. O "status quo" tem tido para nós mais relevância do que a nossa essência. Não estou falando do status online, muito menos "No que você está pensando?", embora sejam os únicos sobre os quais muitos dos meus colegas têm "domínio". Pertencer à determinados grupos tem superado a preservação da própria dignidade.
Além disso, foi esquecido o real significado do que chamávamos de originalidade. A "macrocultura" está nos traindo. Feche os olhos. Abra pelo menos um deles. Sinto o tédio se aproximando. Só de pensar que um dia, considerado bom mesmo foi o que nos tornava mais nós mesmos. Feliz de quem viveu para se recordar. O ciclo não se encerra. A menos que o mundo se encerre antes. Para lembretes como esses que eu estou servindo, nesse momento. Faça de mim um post-it. =]
É comum nos depararmos diariamente com apelos, sobretudo comerciais, referentes às inúmeras aquisições que "deveríamos" fazer. Necessidade: praticamente extinta quando o assunto é contemporaneidade. A sociedade consumista e a obsolescência planejada estão impostas para nós como uma ditadura. Como se tais fatores já não fossem suficientemente preocupantes, a sociedade vem se mostrando cada vez mais "efusiva". Negócios demais, vaidade demais, industrialização demais, alienação demais, e por aí vai...
Paradoxalmente, o "progresso" no tocante ao desenvolvimento nos traz consequências desanimadoras. O "mundo hiper" vem acompanhado de fatores positivos inversamente proporcionais ao seu tamanho. Seria esse um mundo frágil? O maior deles. Seguindo o raciocínio da inversão, praticamos constantemente a maior delas: a de valores. Ter nunca foi tão importante. Ser nunca foi tão desinteressante. O "status quo" tem tido para nós mais relevância do que a nossa essência. Não estou falando do status online, muito menos "No que você está pensando?", embora sejam os únicos sobre os quais muitos dos meus colegas têm "domínio". Pertencer à determinados grupos tem superado a preservação da própria dignidade.
Além disso, foi esquecido o real significado do que chamávamos de originalidade. A "macrocultura" está nos traindo. Feche os olhos. Abra pelo menos um deles. Sinto o tédio se aproximando. Só de pensar que um dia, considerado bom mesmo foi o que nos tornava mais nós mesmos. Feliz de quem viveu para se recordar. O ciclo não se encerra. A menos que o mundo se encerre antes. Para lembretes como esses que eu estou servindo, nesse momento. Faça de mim um post-it. =]
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
La vie comme elle est
Assim como numa redação dessas que faço no colégio, só escolho o título depois que o texto está pronto. Para mim funciona melhor assim. Não quero mais estabelecer definições sobre a minha personalidade, porque agora tenho clara em minha mente a idéia de que só existirá uma definição final quando a minha estória estiver escrita. Não se trata de ponto final, muito menos aproximação com a morte, mas estabilidade entre mim e eu mesma. Descobri que a cada dia mudo a minha opinião sobre determinadas coisas e me posiciono diferentemente com relação aos assuntos mais polêmicos. A narrativa deve sim ser dividida em muitos capítulos. Na verdade, quero que a minha vida seja vivida lado a lado com os mais diversos elementos temáticos. Acho que a palavra é exatamente essa: diversidade. Descobri também que adoro conhecer tudo que é novo. Aprendi a ser alguém muito menos preconceituosa. Não há quem me faça acreditar na história do "não tenho preconceito", por se tratar de um conceito pré-estabelecido, simplesmente falando. E sem conceitos pré-estabelecidos não temos nem mesmo como (con)viver. Ao passo que me aproximo da maioridade, penso que devo me sentir mais "pressionada" a definir minha persona. Embora isso não me aflija, me questiono sobre a real, ou não, necessidade de tal sentimento. Talvez o mais adequado agora seja traçá-la, e não defini-la. Como se fosse plantar uma árvore. E regá-la. E cuidá-la para que consequentemente resulte em bons frutos. Desejo bons frutos. Quero desfrutar de todos eles. De cada um. Le Carpe Diem est tous les!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Dentre os variados tipos...
...o pior de todos: a raiva de si mesma.
11:03 pm. Eu deveria estar dormindo. A angústia não deixa. "O coração dispara, e a consciência sente dooooooor.." (incrível a minha habilidade de rir da minha própria tragédia). "Me passei". Essa é a frase.
Imagine que você fica sabendo de um trabalho muito interessante. Aí você pensa: "Impossível, não tenho experiência no meio". Mas aí manda suas informações mesmo assim! Eis que você descobre que tem um e-mail, o utiliza para enviar mensagens quando preciso, e utiliza o seu endereço para usar o facebook. Mas não, você não é capaz de checá-lo constantemente. Então no dia 16 de agosto você descobre que recebeu um convite de uma seleção marcada para julho. GRRR. A raiva passa. Sentir raiva nem mesmo faz bem, e eu tenho um bom motivo pra não me sentir dessa maneira. Alguns bons. Sei que muitas oportunidades virão. Mas, no fundo, temo demasiadamente a possibilidade de, à medida que os dias vão passando, e a cada coisa que não dê certo, que eu caia no comodismo. Tenho medo de que a "falsa esperança" me torne uma pessoa daquelas que ficam esperando o destino trazer boas oportunidades. Entretanto, imagino que o fato de eu ter me dado conta da postura que eu não quero seguir já seja um bom início! Jah, a partir de hoje eu prometo olhar meus e-mails todos os dias!
11:03 pm. Eu deveria estar dormindo. A angústia não deixa. "O coração dispara, e a consciência sente dooooooor.." (incrível a minha habilidade de rir da minha própria tragédia). "Me passei". Essa é a frase.
Imagine que você fica sabendo de um trabalho muito interessante. Aí você pensa: "Impossível, não tenho experiência no meio". Mas aí manda suas informações mesmo assim! Eis que você descobre que tem um e-mail, o utiliza para enviar mensagens quando preciso, e utiliza o seu endereço para usar o facebook. Mas não, você não é capaz de checá-lo constantemente. Então no dia 16 de agosto você descobre que recebeu um convite de uma seleção marcada para julho. GRRR. A raiva passa. Sentir raiva nem mesmo faz bem, e eu tenho um bom motivo pra não me sentir dessa maneira. Alguns bons. Sei que muitas oportunidades virão. Mas, no fundo, temo demasiadamente a possibilidade de, à medida que os dias vão passando, e a cada coisa que não dê certo, que eu caia no comodismo. Tenho medo de que a "falsa esperança" me torne uma pessoa daquelas que ficam esperando o destino trazer boas oportunidades. Entretanto, imagino que o fato de eu ter me dado conta da postura que eu não quero seguir já seja um bom início! Jah, a partir de hoje eu prometo olhar meus e-mails todos os dias!
domingo, 7 de agosto de 2011
É lá que eu quero morar
Nunca pensei muito em sonhar muito. De repente, sonhar alto. Mas não muito. Digo, não muitas vezes, e sim muito alto. Posso ser bem mais confusa do que pareço. E sou. Na verdade, você acha que eu sou, agora. Mas agora eu nem sou tanto assim. Às vezes, qualquer desculpa é válida para não ter de pensar sobre. Posso ser muito mais. Ora, apenas o ser pode ser pensado, já que o não-ser não é. Se eu não consigo ter uma idéia do que a coisa é, não posso pensá-la - e o que não pode ser pensado não é ser. Daí Parmênides conclui que só o ser é - e que o não-ser não é. Dessa "verdade" deduz-se muitas outras. Deixa com eles lá. Só cabe a mim, agora, saber o meu lugar, aonde eu quero morar. Na realidade, não cabe nada. Afinal de contas, sou muito novinha para saber o que eu quero morar, aonde eu quero fazer. Hoje eu dormi-acordei sonhando muito, e muito alto. Decidi aonde eu quero viver. Mas só por hoje. E decidi morar mais perto de mim. Não que isso signifique abrir mão de uma coletividade. Eu amo as minhas reais-companhias. Então, decidi que não mais farei planos, afinal de contas, lá onde eu vou morar eles não valem de nada. Mentira minha. Eu quero mesmo é estar perto de tudo que acho errado. De tudo que acham. Não por uma questão de contrariar a sociedade que me abriga, e sim porque não quero migrar daqui pra onde eu não quero morar. Não sem antes experimentar um pouco de tudo que acho certo. Não sem antes descobrir o que de fato acho certo. Porque pra mim, o certo não é real. E sim o que eu acho certo. Assim como o tudo que você julga como certo. Esses somos nós. Especulações à parte, acredito na minha tese (ah, não digannnnm) de que as pessoas tem que parar JÁ de afastar-se tanto de sua essência e de tomarem o rumo contrário ao lugar que querem-devem morar. Fale, pense, repense, grite, ironize, dance, liberte a Pitty que existe em você. E experimente fazê-lo sem antes mesmo saber do que se trata. Faça o que tu queres, pois é tudo da lei.
domingo, 31 de julho de 2011
Sobre Nada
o tempo
que passa
para o coração
não passa
na mesma proporção
que vai
tiquetaqueando
mas
pára o coração e
não é o mesmo
que vai
apressando
não é mesmo
o que deveria passar
passe em casa
tô te esperando
que passa
para o coração
não passa
na mesma proporção
que vai
tiquetaqueando
mas
pára o coração e
não é o mesmo
que vai
apressando
não é mesmo
o que deveria passar
passe em casa
tô te esperando
domingo, 24 de julho de 2011
Moda mode on
Tenho muitas paixões. A moda é uma delas. É bem comum, se não enjoativo, ouvirmos pessoas dizerem que são apaixonadas por moda. Eu realmente sou e, não nego, algumas declarações causam-me náuseas. Enfim, vamos ao que interessa. Tenho claro na minha cabeça o frequente diálogo:
- Quero uma calça-não-sei-das-quantas...
- Não gosto.
- Mas tá na moda!
- É, estão usando.
- É...
Moda x Tendência
Pra começar, deixo claro que moda e tendência não devem ser entendidas como sinônimos. O referente diálogo trata-se nada mais, nada menos do que uma "discussão" sobre determinada tendência. Não condeno quem adere às tendências, apenas considero falta de
Lesley Hornby, mais conhecida como Twiggy, foi modelo, atriz e cantora. Britânica, foi ícone dos anos 60, juntamente ao seus cílios postiços. A foto é a mais conhecida de toda sua carreira, e pra quem não sabe, a cor do vestido e seu nome artístico serviram de pura inspiration pra um dos esmaltes da coleção pop for you, da risqué. O nome? Twiggy! EHE. Era magra e pequena! Hoje em dia, estaria fora dos padrões no tocante à altura. A moda também tendencia padrões.
Falando de moda, para a minha pessoa, não se pode deixar de citar o divo mais que perfo, Andy Warhol, criador da Art Pop, que muito muito contribuiu para a moda nos mais diversos tipos de expressão! Design, criações mais que fantásticas, pop, arte e, é claro, a publicidade, "arte" de convencer alguém de que precisa de algo, mesmo que não seja vero! Os tópicos conectam-se muito mais do que imaginamos, e a moda faz sim parte da história, da economia, das navegações feitas pelas naus (hehehe) e das frenéticas movimentações da bolsa de valores!
sábado, 23 de julho de 2011
Faz parte do meu show
De repente, foi como se arrancassem de mim uma nota, ou um do re mi por completo. Foi como se a cena tivesse sido corrompida. Definitivamente a música foi desfeita. Talvez a minha orquestra não fosse tão boa, ou as tintas que usei para a tela mais apreciada fossem de má qualidade. Como diz Vinícius de Moraes, de repente, não mais que de repente. Esse é o soneto da separação. Falemos, então, de coisas boas. Tentei. Parece simples. Não é. Mas por que as pessoas insistem em mostrar-se interessadas quando na verdade, não estão? Perguntam-me como estou. Por uma simples questão de educação. Mas não querem, efetivamente, saber. Há momentos em que o melhor a se fazer é faltar com a educação. Acho que ela não se incomodaria tanto em ceder o seu lugar ao bom senso. Não me pergunte o que eu penso sobre determinado assunto ou se estou feliz, se realmente não faz diferença para você. O pulso ainda pulsa. Não mais o da Amy, coitadinha. Retomando a minha melodia, sei que muitas das mais importantes notas musicais que a integram não se deixarão ser levadas, uma delas é a minha vontade se ser, crescer, escrever. Assim como numa gradação crescente. Espero não me perder no clímax. Quanto à curiosidade dos, de fato, interessados, estou sim, muito bem, obrigada!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
caught in a bad romance
Lady Gaga estava certa muito além de onde minha compreensão poderia ir. "I want your ugly, I want your disease. I want your everything as long as it's free, I want your love".
E a pergunta que não quer calar: Enquanto é de graça? Até quando é? Para mim, o limite se trata exatamente do estar bem/fazer bem. É complexo e exige uma reflexão não menos importante do que ele: o amor (ou paixão, ou atração, ou carência, ou inúmeros sinônimos efetivamente destinados a tal sentimento). Não há (aparentemente) explicação alguma capaz de esclarecer-me sobre determinados fatores que nos fazem bem-mal simultâneamente. É como dizem: "não há explicação para as coisas do coração". Reflito. Me pergunto. Que coração é esse? O coração que (achamos que) conhecemos, idealizado e responsável pelas emoções e tudo mais que relaciona-se (in)diretamente com os sentimentos. Talvez todo esse "mundo das idéias" seja resultado da cultura em que estamos inseridos - somada ao fato de não termos a opção de optar pela maneira que queremos "sentir" - : razão x emoção; respectivamente equivalentes ao cérebro x coração. Tem alguma coisa errada. O homem que pensa é o mesmo homem que sente (e a mulher também, quem sabe principalmente). Sendo assim, para continuarmos o raciocínio, pensemos o nosso ser como um só, que é o que na real, somos! De repente, o "até quando é de graça" seja uma analogia ao momento em que o amor próprio dá lugar à uma espécie de obsessão. É quando seguimos a incoerente lógica do 2 - 1 = 0, mesmo depois de anos e anos de prática (cabe a cada um a compreensão acerca de que tipo de prática). Enfim, refiro-me ao momento em que passamos a amar o outro ainda mais do que a nós mesmos. Acho que temos um problema.
O amor-próprio é ainda muito confundido com um sentimento egoísta, o que de fato, não condiz! Amor-próprio muito tem a ver com o respeito para consigo mesmo e a vontade de estar feliz, assim como numa progressão geométrica, e até mesmo mais saudável, pois, mais uma vez associando os sentidos, uma coisa está completamente ligada a outra. Uma vez que estamos bem "do coração", estaremos bem como um todo, vulgo corpo e alma. É claro que não compreendo o amor-próprio como idéia prepotente, tampouco auto-suficiente. Mesmo porque, segundo Jobim e Toquinho fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho. Muitas vezes é do tipo de emoção que toma conta de nós só até o fim da música, mas se pararmos para, de fato, fazer uma análise, faz muito sentido, principalmente objetivando-nos à fazer do "ser feliz" algo dissociado a um foco permanente. Isto é, não existe apenas uma maneira para sermos felizes, muito menos uma única pessoa capaz de nos trazer tudo que precisamos só pelo fato de estar presente. A sua lista de prioridades deve ser constituída por:
1º - Você
2º - Você de bem com você
3º - Você e se pa, alguém (hahaha)
4º - Você e alguém, em sintonia com o sistema você-alguém
Não me refiro à sintonia das músicas da moda, nem da sintonia presente na relação das migas-falsas-fofas, mas sim à sintonia no sentido do equilíbrio entre dois alguéns. Aprendi muitas coisas nos dois últimos anos. A principal delas é que para nós, mulheres, quase sempre os detalhes são muito mais perceptíveis. Portanto, o melhor a fazer é tentar "desligar" em determinadas situações a sensibilidade excessiva, com o objetivo de não promover um desgaste pessoal, ou até num certo relacionamento. Dessa maneira, um dia, quem sabe, nos tornemos criaturas menos neuróticas. Outra coisa é que, em qualquer relação interpessoal, sobretudo amorosa, não importa o quão disposto um dos integrantes esteja a fazer com que dê certo, se o outro não estiver pelo menos determinado a "construir" isso conjuntamente, não vai dar! É como a história do "quando um não quer, dois não brigam". A notícia desanimadora: Quase sempre um não quer tanto quanto o outro. Não brigar nunca foi tão ruim. Evite medir atitudes como uma forma de comparação de esforços, sempre vai haver um momento certo para que você possa retribuir algo a alguém. Quem retribui, retribui algo, a alguém. Verbo transitivo. Transite dentro de si, porque nada além da clareza do que você sente, inclusive, por você mesmo, trará para você tanta paz como essa transição. Conheça você mesmo e verá o que te faz bem. Amar também é verbo transitivo. (Transite, mais uma vez!). Portanto, não feche as portas do seu "coração", como uma forma de defesa. Aprenda simplesmente que há certas coisas as quais deveríamos dar muito mais importância do que damos. Esforce-se para tal, mesmo que você só consiga ouvir uma parte da música: "I want your love. Love, love, love".
domingo, 17 de julho de 2011
As 8 MAIORES dos quatro maiores
![]() |
| Na ordem: George, Paul, Ringo e John |
Era uma (e duas, e três, e quatro) vez(es) quatro meninos de Liverpool, noroeste inglês. Não satisfeitos por serem donos de vozes brilhantes e responsáveis por impecáveis produções, encarregaram-se de compartilhar com o mundo toda sua genialidade. Gênios, nada menos. O Extrato MTV mostrou as 7 (para mim, oito) maiores invenções dos Beatles, e euzinha aqui fiquei boquiaberta. Comassim tornar-me ainda mais fã? Assim:
- Os Beatles desenvolveram a técnica do Fade In, que consiste no aumento gradual da música, ou de uma imagem. A primeira canção que se utilizou da técnica foi 8 days a week, vale a pena conferir: http://www.youtube.com/watch?v=Vs5qsk0pc6Y. Desde então, o Fade In foi adotado por muitas bandas, como os Smiths, e é muito utilizado até hoje.
- Shows em estádios. Diante de tamanha população ALOK do fã clube, aderiram às apresentações em estádios de futebol. Ivete que se segure... Dessa maneira, não faltaria espaço para as milhares de tietes enlouquecidas. Será?
- George Harrison, Paul McCartney, Ringo Starr e John Lennon foram os criadores do Videoclip. Sim, as superproduções e até curta-metragens que apreciamos (ou não) nos dias de hoje, nada mais são do que atuais reproduções de tal sacada! No auge da videomania, eles exibiram na MTV o primeiro videoclipe da (sua) história.
- O Feed Back. Quando eu entender exatamente o que é, altero esse post. Definição pronta: No processo de desenvolvimento da competência interpessoal, feedback é um método que auxilia no processo de mudança de comportamento, ou seja, é a comunicação entre uma pessoa ou um grupo no sentindo de fornecer-lhe informações sobre sua performance na organização.
- Encarte com letras na capa dos CDs. Às vezes o simples é o que há de mais sofisticado. "Ah, vai, não é nada demais...". Quem não fica transtornado(a) ao abrir um CD sem letrinha?
- A própria MTV. Sim, a Music Television de meldels, que tanto nos acrescenta cultura e traz boa programação, foi criada pelos Beatles, diante da necessidade de um canal, na época, exclusivo para a exibição de videoclips. Estamos aí.
- Ringo Starr, o integrante "patinho feio" da banda, foi o responsável por ser o primeiro do mundo a exercer as funções de bateirista-vocalista. Parecia impossível, até que... Desde a época, muitas e muitas bandas se valeram da novidade. Até agora.
- O Heavy Metal. Isso mesmo, os 4 menininhos trouxeram para o mundo dos mortais um dos maiores gêneros quando o assunto é rock. Brasileiramente falando, o "rock pauleira" foi criado por eles, em especial por Paul, com Helter Skelter (http://www.youtube.com/watch?v=QWuXmfgXVxY) em resposta às constantes críticas que recebia pelo fato de "só" criar baladinhas. É o que eu chamo de crítica construtiva.
Quanta irreverência...
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Me referia...
...assim como muitas expressões que utilizamos e ouvimos desde pequeninos, trata-se de um caso de mistério que poucos ouviram falar. "navegar é preciso, viver não é preciso", já dizia Pompeu, que utilizou-se do termo "preciso" para indicar minunciosidade, e não necessidade. foi o que eu quis dizer anteriormente. enfim, esse espaço tem estado para mim assim como uma válvula está para o escape. as emoções e milhares de acontecimentos sobrepostos uns aos outros torturam a alma e trituram o cérebro, eu digo que estou cansada. cansaço mental, cansaço físico. por que não um botão de desligar para todos os momentos -vida da vida? parece estranho. poderia fazer fotossíntese, realizar mil e muitos alguns outros processos diferentes, mas não. eu estou aqui (e assim) porque uma força maior quis assim. páro para contemplar as pequenas coisas da vida. nossa, como elas me fazem uma pessoa mais feliz. a cada refeição ou palavra carinhosa, uma explosão de satisfação. aos amigos, só tenho a agradecer. quando tudo parece fora do ar, há quem funcione para você como uma relação entre imãs, irmãs. irmãos. sem muitos rodeios, mas já rodeando, o tempo se mostra o pior dos inimigos, agora. peço para que ele não passe até a prova de sábado (e de domingo). imploro para que ele voe quando penso no mês da primavera. tempo rei. suplico de todas as maneiras que para mim fazem-se possíveis, mas ele não me atende (o tempo). certa vez escutei uma frase que pensei, pudesse rapidamente me esquecer. "o tempo é o senhor da razão". clichê, sempre clichê. clichês fazem sim muito sentido. como não? o tempo cura, dói, machuca, e funciona para nós como um medicamento milagroso, mesmo que nos afogando dentro da nossa própria ansiedade. a ansiedade é traiçoeira. "espero que o tempo passe (ou não), mas não espero que a semana acabe" modifico algumas canções, é o meu jeito de fazer com que elas pareçam mais lógicas para mim, pareçam mais comigo. como um abraço pode mudar o nosso dia. quando digo nosso, me refiro a nós. um-a-um coração. porque, eu sei, não importa o quão frio/seco alguém seja/pareça ser, um abraço forte tem a incrível capacidade de metamorfose de sentimentos, sejam eles instantâneos, ou não. às vezes, (muitas), não são. é o que eu chamo de problema. me dá um abraço. gosto da infinita e incansável forma como a vida brinca com as nossas emoções. pode parecer faltar o ar. o coração reclama, e alma pede um intervalo. no desenrolar da madrugada, seu resultado tende a ser muito melhor. paciência e tolerância podem ser exatamente tudo que precisávamos, e sequer desconfiávamos. o tempo, mais uma vez ele. não importa o quão feliz ou triste você esteja. isso vai passar. a busca pelo equilíbrio não deve, não pode e não vai embora tão facilmente. segure-a, amarre-a pelo braço. algumas pessoas parecem se incomodar com a minha maneira de sentir-me bem. e com a sua também. elas não me dizem muita coisa, na realidade, elas não me dizem. elas não me falam. sinto-me tentada a perguntar aonde descolaram a tal capa da invisibilidade. metáfora, ironia. gosto mesmo dessas figuras. uma a uma vão completando o meu álbum. eu não pretendo parar por aqui.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Sinestesia
então eu pensei, pensei e estive pensando. em meio a tantas figuras estudadas, foi a que roubou meu coração. eu ri. me recordo do aroma e me deparo com a lembrança de um alguém. não é por acaso. me pergunto como tal melodia me leva pra tão pertinho daquele sabor ifante. o ano é difícil. como me achar? será possível que toda essa sensibilidade ajude-me a voltar para mim? 16:41, o sol ilumina e cá estou em tom pastel. é hora de estudar. era hora, será hora, tomara que isso acabe. história, geografia, literatura...quem dera fossem só elas. os módulos 12345mil estão me esperando. pretendo devorá-los. é ano de concentração, e é segundo semestre. tempo de recomeçar. dedicação e disciplina que me trarão resultados esperados (espero). sei que não nos dedicamos metade do quanto poderíamos. clichê. a vida é toda um. tic tac, tic tac. a música que não sai da cabeça, as mil e uma e duas viagens que pretendo fazer. despedir-me é preciso. viver não é preciso...
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