quinta-feira, 1 de março de 2012
Tudo diferente
em cada momentinho vazio, escrevo. porque neles eu sinto como se não tivesse mais nada pra me preocupar, me pre-ocupar a mente... como se fosse uma espécie de meditação involuntária! são 02.48 am e o sono não quer nem conta comigo, hunf! a música que não sai da cabeça: "passam pássaros e aviões, e no chão os caminhões...". muito urbana para o meu momento de paz. cores de todas as coisas e coisas de todas as cores se misturam e parecem simbolizar muito e, simultaneamente, tão pouco, também...saudade de quem mora longe e...saudade de quem mora perto e tá longe. mas será o benedito? o perto e o longe caminham juntos numa espécie de trajeto que carece de muito carinho. cada pessoa tem uma maneira particular de lidar com situações, como a distância, como a distância que nem existe mas existe, e tem também o fato de querer distância da distância, e quando nos damos conta...não demos. "não deu, não dava, não vai dar...". a verdade (quase sempre) é que daria, se de fato quiséssemos. sempre achei cruel a frequente equação do quanto eu faço e o quanto faz você, em troca. a verdade é que a troca é tão automática quanto im.perceptível, se vê apenas com o coração (dizem que foi feito pra bater, e não pra apanhar rs). há amor e amores. há também rumores de amores...que às vezes, nunca serão amores. tem gente que pensa que ama e gente que ama tanto que nem pensa mais...tem também gente que só sabe falar que tem gente que...eu sei é que eu prefiro guardar quem mora longe e, contudo, todavia, porém, entretanto, entresemprequedesejar, tá perto. <3
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verme perde
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