terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Como pensou e sintetizou Antonio Callado, o Brasil é o país da doença. É que aqui não pensamos a longo prazo... Somos tão habituados a remediar, remediar, remediar, que muitas vezes nem nos damos conta do quão importante é previnir-se! Quando ouvi essa "tese" pela primeira vez, achei que era muita viagem da cabeça dele. Afinal de contas, esses escritores... Admiráveis! Sim, admirável demais da conta. É um pensamento tão simples quanto sofisticado. Tenho uma mania bem engraçadinha de aplicar meus conhecimentos sobre tudo, em tudo! E às vezes fico bem achando isso legal, não vou mentir HOHO. Agora, tô na fase Antonio Callado..Passei um pouco da minha fase Joaquim Manuel de Macedo (esse eu já não considero tão admirável assim). Entende quem leu As vítimas Algozes. É que a obra não é admirável, para mim. Mas a crítica acerca do seu conteúdo, sim! E eu já tava ficando maluquinha me deparando com personagens simultaneamente vítimas e algozes, o tempo inteiro. Passou...Agora é minha vez de encher o saco falando dos curto, médio e longo prazos. Quando meu queridíssimo professor Tarsis Vaz concluiu a explicação da tese de Antonio Callado, fiquei maravilhada! As próprias propagandas eleitorais por aqui são feitas baseadas em propostas que "promoverão" soluções, e não que cuidarão do pré, do que vem antes. Para eles, é mais do que interessante que o povo tenha e mantenha sua mente atrofiada. É imprescindível! E isso, sim, é pensado a longo prazo. Articulam a longos e médios prazos toda a presepada que fará os curtos pensamentos idolatrarem os curtos prazos. E então me peguei super fazendo associações! Por que será que a procura por academias aumentam tanto quando o verão tá chegando? Será que é por acaso que na semana do Natal os shoppings centers estão sempre mais cheios? Euzinha, agora, estou escrevendo num intervalo entre uma questão e outra da UFBa. E sabe por quê? Porque as provas são na próxima semana! E na passada, eu tava a longo prazo. Desprezando-o! É isso, é assim que é, mesmo. Achei interessante! E você?
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Estar na margem é ser marginal
Sem essa de preconceitos linguísticos. Monto minha estrutura e minha temática assim, como me sinto bem e não onde me aceitam. É que de tão uniformizados de gente eles parecem homogêneos, camuflados diante de um conteúdo um tanto quanto nulo. Então, me defino agora bem na margem e bem na fita. Na minha fita, que toca na mesma vibração que eu. Sem essa de querer ser transgressora, também. Só considero altamente importante me situar dentro de determinadas zonas. Ou fora delas, principamente hehehe. Idas e vindas aparentemente desprovidas de intenções fazem parte de todo o meu itinerário. E do seu também. Do itinerário diário. A verdade é que passei por uma reflexão sobre estar mal intencionada. E cheguei à conclusão de que as pessoas mais chatas são as mais "bem intencionadas". Sempre estão ali, posando de cheias de boas intenções e dizendo "óh, não foi a minha intenção", também. Acho que muitas de nossas ações independem de intenções, e vão muito mais de acordo com o que a nossa essência realmente é. E para mim, as coisas que mais tendem a dar certo são as menos intencionadas. Adoro o acaso e a sua capacidade de trazer consigo emblemáticas consequências. O acaso aparece pra mim, abraçando as boas oportunidades muito interessantes e nada intensificadas com intenções. Não quero me sentir como se precisasse de uma espécie de "visto" para querer e para de fato, concretizar. Não preciso dessa intenção massificadoramente conhecida para chegar onde quero. O que eu mais quero e onde eu mais quero chegar não vêm acompanhados de moldes, tampouco de embrulhos bem intencionados. Sou a favor da liberdade, e de qualquer tipo de expressão. Portanto, também da liberdade de expressão. Mesmo daquelas que me causam vergonha alheia. Se são alheias e eu posso sentir, de repente nem são tão alheias assim! Talvez precisemos de mais sensibilidade e menos intenção, mesmo. Interessante seria um teletransporte que nos levasse a um ambiente meta-centro e centralização, e, principalmente, meta-itinerátio intencionado.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Isso é problema dela
Aquele papo de sempre...Porque a inveja tem sono leve, meniiiina! Ham! Não tô respeitando o sono de minha mãe, pra respeitar sono de inveja. É que eu parei pra pensar nessas coisas que o povo fala. E é que algumas até fazem sentido pra mim. Não a maioria. Poixbemmmm, eu tô feliz mesmo, muito, e grito o quão alto meu coração ecoar! Não me venha com aquela história de "não cante vitória antes do tempo". Talvez você nunca tenha parado pra refletir no quanto a concepção de vitória é relativa. E também o quão dependente do ponto de vista é o antes do tempo. Acontece que me sinto vitoriosa pelas conquistas que até então obtive. E olhe que eu nem sou de Vitória da Conquista. Não quero dizer que estou satisfeita. Penso que no dia em que estiver completamente satisfeita com o que tenho, andarei meio entediada pelos cantos. Enfadonha. Monótona. Chaaaata... Ou quem sabe, simplesmente procurando mais sinônimos para tal significado. Ou quem sabe mais, criando-os. E eu adoro criar, mesmo. Não quero criar problema. Eu quero mesmo é ter muita tranquilidade dia-a-diana, mas daquelas bem dinâmicas! E não daquelas monótonas, enfadonhas, entediantes. Dessas causadas pelas repetições dos acontecimentos. Caras de pau! Aos que gritam conforme suas próprias vontades os impulsionam, fica o meu sentimento de identificação. Aos que ainda não concretizaram o grito, seja por falta de vontade, seja por falta de oportunidade, tenho a dizer que nunca se é tarde para aquecer a voz! Há sempre tempo para que atinjamos os mais altos volumes!
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