segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Temos todo o tempo do mundo...
Hoje senti vontade de escrever. Passei um considerável tempo sem falar aqui sobre o que eu sinto. Não por absoluta falta de interesse. Falta de tempo aqui, preguicinha ali. Ou até mesmo por não estar em muita sintonia com as palavras em alguns dias. Mas agora eu preciso, porque é tanto, que é divisível e compartilhável. Acho que cada dia vem acompanhado de experiências novas, de novas experiências. Mas é que agora tem sido diferente. As situações corriqueiras nos provocam inúmeras sensações diferentes. Acontece que sensações, para mim, se diferem de sentimentos, no tocante à intensidade e à maneira com que são sentidas. E eu senti e tenho sentido muitas sensações. E muitos sentimentos! Dos melhores, eu diria. É complexo e um tanto quanto particular, mas não me aflige nem um pouco. Não me aflige porque não me encontro propícia a aflições tamanhas em nenhuma parte do meu dia, ultimamente. O meu dia tem sido assim: feliz. Feliz e muito mais: leve. E cada vez mais digno de futuro. Futuro incerto, e ao mesmo tempo acompanhado de muitos sonhos. Sonhos meus e teus, enfim, sonhos dos quais não quero me separar, pelo menos, não tão cedo. Refratei e refleti. Cheguei a uma conclusão: estou realmente contente por ter descoberto em meio à tantos sentimentos, o maior de todos eles. E também o que provoca as melhores sensações. Percebi, agora, que a alegria vem exatamente de ter me surpreendido diante de uma verdade: eu já sabia que o sentimento existia, mas talvez tivesse perdido a esperança de conhecê-lo de tão pertinho (ou tão de pertinho?). Pareço muito romântica, e talvez eu seja mesmo! É que eu não sabia...
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